quarta-feira, 20 de agosto de 2014

JESUS NOSSO SUMO SACERDOTE, NOS TROUXE UM CONCERTO "MELHOR"

Textual: Hebreus 8:1-13 Uma Aliança Melhor.

 O trabalho do sacerdote é fazer as oferendas e sacrifícios no santuário (Hebreus 8:3).

 Como nosso Sumo Sacerdote celestial, Jesus também serve num santuário, mas este é um santuário que não foi feito por mãos humanas, como o foi o tabernáculo. Jesus é, não somente superior aos profetas do Velho Testamento, aos anjos, a Moisés e a Aarão, mas é também um melhor sumo sacerdote, que ministra num santuário melhor. Ele é o mediador de uma aliança melhor estabelecido sobre melhores promessas (8:2, 6). Alguns dos destinatários originais de Hebreus estavam pensando em retornar ao judaísmo. O autor de Hebreus quer que eles entendam como seria tolo deixar uma aliança melhor para retornar a uma imperfeita. Se o primeiro pacto tivesse sido infalível, não teria havido necessidade de outro (8:7). Até mesmo o santuário associado com a Lei de Moisés, o tabernáculo construído no Monte Sinai, era apenas uma cópia e uma sombra do santuário celestial. O que estava errado com a aliança feita com Israel no Monte Sinai?

 Realmente, nada havia de errado com o pacto em si; ele cumpria as funções que Deus pretendia. Ele identificava o pecado, encorajava a santidade entre o povo escolhido de Deus e apontava aos homens em direção a Cristo e à graça de Deus. 

O escritor de Hebreus nota que a falha estava realmente no povo de Deus, e não na aliança (8:89). Um homem poderia ser declarado justo sob a Velha Lei se a guardasse perfeitamente, nunca violando um único preceito (Levítico 18:4-5). Mas o povo de Israel não guardava a lei de Deus e assim ela se tornou um instrumento de morte espiritual para ele (Romanos 7:10-13). Mas Deus deu ao homem a esperança, prometendo através do profeta Jeremias que ele faria um novo pacto com seu povo. Um indivíduo se tornava parte do povo de Israel pelo nascimento físico e era circuncidado no oitavo dia como sinal da aliança. Mais tarde, quando o menino tinha idade bastante para entender, era-lhe ensinada a lei com a esperança de que ele decidisse obedecê-la.

 A lei de Moisés foi escrita em tábuas de pedra, mas muitos israelitas não escreveram a lei de Deus em seus corações. O novo pacto, contudo, é diferente, como Jeremias profetizou. É ensinado às pessoas primeiro e elas se tornam parte da nação escolhida de Deus somente depois de aceitarem as condições para se tornarem parte dessa nação (Hebreus 8:11). Elas serão verdadeiramente o povo de Deus porque sua lei estará escrita em seus corações. 

Todos na casa espiritual de Israel (a igreja) conhecem o Senhor porque ninguém pode se tornar parte da nação eleita sem primeiro conhecer o Senhor! Mas a nova aliança é diferente de outra maneira. O perdão estaria disponível através do sacrifício de Jesus Cristo (8:12). Não haveria mais necessidade de sacrifícios anuais no Dia da Expiação como a lei de Moisés exigia (veja Levítico 16). 

Jesus, o sacrifício perfeito, precisou oferecer a si mesmo somente uma vez.

 Por que haveríamos de querer voltar ao velho e imperfeito, quando Deus providenciou um pacto novo e melhor, com um melhor Sumo Sacerdote?

Redator: Dennis Allan, C.P. 60804, São Paulo, SP, 05786-970 Estudos Bíblicos estudosdabiblia.neT.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Mordomia do pensamento  - PARTE  II

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Fp 4.8 )
Devemos dar graças a Deus pela capacidade que temos de pensar, refletir e usar esta para a glória de Deus. Deus conhece os nossos pensamentos e o meditar do nosso coração. Somos mordomos do nosso pensamento, assim devemos reconhecer o Senhorio Divino sobre este. Há uma declaração bíblica que diz “...nós temos a mente de Cristo” (I Co 2.16). Ter a mente de Cristo é pensar como Ele e ter o nosso pensamento  dominado pelo mesmo.

1.      FASES DO PENSAMENTO

Segundo o Pr. João Falcão Sobrinho o pensamento humano abrange quatro fases:

A memória, o que é acumulado nos registros do cérebro, através dos sentidos físicos.
A análise, a avaliação dos dados da memória, a reflexão.
A imaginação, ou fantasia que está relacionada com as emoções, desejos íntimos e sonhos.
A elaboração do pensamento (a associação entre os dados guardados na memória e a imaginação) em ordem, para ser aplicado à realidade externa.

2.      DEUS CONHECE OS NOSSOS PENSAMENTOS

ELE sabe os nossos pensamentos - Sl 139. 1 e 2
Os nossos pensamentos devem ser agradáveis a Deus - Sl 19.14
ELE reprova os pensamentos maus - Gn 6.5; Pv 6.16-19 e Pv 15.26

3.      DEVERES PARA COM O NOSSO PENSAMENTO

Ocupá-lo com coisas boas - Fp. 4.8
Ser cheio da Palavra de Deus - Sl 119.11; I Tm 4.15; Js 1.8
Sempre recordar as bênçãos recebidas de Deus - Sl 103.2
Ser dominado pelo amor - Rm 5.5 e Rm 12.9-21
Ser dominado pela fé - Hb 11.6
Deve sempre estar em renovação - Rm 12. 1 e 2; Cl 3.1-10

4.      INIMIGOS DO PENSAMENTO

Literatura pecaminosa, tendenciosa ou promíscua
Programas televisivos e radiofônicos pecaminosos, pornográficos e violentos
Fantasias pecaminosas, profanas e mundanas - Mt 5.27 e 28
Más conversações - Sl 1.1 e 2; I Tm 6.20 e I Co 15. 33

 CONCLUSÃO

Ao saber que Deus conhece os nossos pensamentos, isso já seria o suficiente para zelarmos por estes. Deus nos deu um filtro para coarmos os nossos pensamentos e em Filipenses 4.8: "Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento (nisso pensai)."

domingo, 20 de julho de 2014

Paradoxo do nosso tempo


O PARADOXO DO NOSSO TEMPO

Hoje temos edifícios mais altos e pavios mais curtos.
Autoestradas mais largas, pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, temos menos. 
Compramos mais, desfrutamos menos.
Com casas maiores, famílias menores. 
Mais conhecimentos e menos discernimento.
Mais medicina e menos saúde. 
Comemos e Bebemos demais, rimos de menos.
Dirigimos mais rápido, nos irritamos mais fácil.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansado demais.
Multiplicamos nossas posses, reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos esta vida.
Fazemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, o carro e a casa, mas poluímos a alma.
 Escrevemos mais, aprendemos menos.  
Planejamos mais, realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos e menos padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade e queda na qualidade.
  Refeições rápidas e digestão lenta.
Lucros expressivos e relacionamentos rasos. 
Mais lazer, menos diversão.
Variedade de tipos de comida, menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e descartada a moral.
E... pílulas que fazem de tudo: alegrar,  funcionar,  aquietar,  matar.

terça-feira, 15 de julho de 2014

MORDOMIA CRISTÃ


MORDOMIA CRISTÃ.  INÍCIO

Parte    1- Introdução (1 Pe 4.10 e 11; 1 Co 4.1 e 2)
A palavra mordomia sofreu, ao longo dos anos, uma deturpação devido ao seu mau uso. Esta palavra é usada como regalias e favores concedidos, especialmente pelos governos, a alguns funcionários públicos. Ou ainda, quando pensamos em mordomo, pensamos num romance ou filme policial em que o mordomo sempre é o criminoso. Estes não são o sentido bíblico da mordomia cristã. 
1.      SIGNIFICADO DA PALAVRA MORDOMO:

A palavra mordomo, em português, vem do latim majordomus, que tem o mesmo significado do grego oikonomoV - oikonomos (oikoV - oikos, casa, e nomoV - nomos, governo). Major, em latim, é maior ou principal, e domus, casa, a casa com tudo que ela contém e significa. Assim mordomo é o principal servo, o que administra a casa do seu senhor.
Vejamos alguns mordomos na Bíblia: Eliézer (Gn 24.2) e José (Gn 39.4-6).

2.      CONCEITO BÍBLICO DA MORDOMIA:

“É o reconhecimento da soberania de Deus, a aceitação do nosso cargo de depositários da vida e das possessões, e administração das mesmas de acordo com a vontade de Deus”


3.      BASE BÍBLICA DA MORDOMIA CRISTÃ:

a) Deus é dono de tudo e de todos:
Do universo: Gn 1.1; 14.22; l Cr 29.l3-l4; Sl 24.l; 50.10-12. 
Do homem:
por direito de criação -Is 42.5
por direito de preservação: At l4.l5-l7 e At 17.22-28
por direito de redenção: 1 Co 6.l9e20; Tt 2.l4 e Ap 5.9 
b) O homem é o mordomo - Gn 1.28; 2.l5 e Sl 8.3-9.


4.      VALOR DA DOUTRINA PARA A VIDA CRISTÃ

Senso do sagrado 
Senso de responsabilidade 
Senso de dependência


CONCLUSÃO:

A mordomia cristã estabelece como verdade que Deus é o Senhor, o Dono de tudo quanto existe na terra e no céu e concedeu ao homem o privilégio e responsabilidade de administrar. Os homens não são os donos, mas mordomos.


“Além disso requer-se nos despenseiros (ou mordomos) que se ache fiel.”