sábado, 23 de agosto de 2014
VIVA BONS MOMENTOS: 8 Mulheres com quem os homens cristãos nunca dever...
VIVA BONS MOMENTOS: 8 Mulheres com quem os homens cristãos nunca dever...: Por J. Lee Grady Tradução e Versão: Carla Ribas Nos Estados Unidos, meu post " 10 Homens com quem as mulheres cristãs nunca dev...
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
JESUS NOSSO SUMO SACERDOTE, NOS TROUXE UM CONCERTO "MELHOR"
Textual: Hebreus
8:1-13 Uma Aliança Melhor.
O trabalho do sacerdote é fazer as oferendas e
sacrifícios no santuário (Hebreus 8:3).
Como nosso Sumo Sacerdote celestial,
Jesus também serve num santuário, mas este é um santuário que não foi feito por
mãos humanas, como o foi o tabernáculo. Jesus é, não somente superior aos
profetas do Velho Testamento, aos anjos, a Moisés e a Aarão, mas é também um
melhor sumo sacerdote, que ministra num santuário melhor. Ele é o mediador de
uma aliança melhor estabelecido sobre melhores promessas (8:2, 6). Alguns dos
destinatários originais de Hebreus estavam pensando em retornar ao judaísmo. O
autor de Hebreus quer que eles entendam como seria tolo deixar uma aliança
melhor para retornar a uma imperfeita. Se o primeiro pacto tivesse sido
infalível, não teria havido necessidade de outro (8:7). Até mesmo o santuário
associado com a Lei de Moisés, o tabernáculo construído no Monte Sinai, era
apenas uma cópia e uma sombra do santuário celestial. O que estava errado com a
aliança feita com Israel no Monte Sinai?
Realmente, nada havia de errado com o
pacto em si; ele cumpria as funções que Deus pretendia. Ele identificava o
pecado, encorajava a santidade entre o povo escolhido de Deus e apontava aos
homens em direção a Cristo e à graça de Deus.
O escritor de Hebreus nota que a
falha estava realmente no povo de Deus, e não na aliança (8:89). Um homem
poderia ser declarado justo sob a Velha Lei se a guardasse perfeitamente, nunca
violando um único preceito (Levítico 18:4-5). Mas o povo de Israel não guardava
a lei de Deus e assim ela se tornou um instrumento de morte espiritual para ele
(Romanos 7:10-13). Mas Deus deu ao homem a esperança, prometendo através do
profeta Jeremias que ele faria um novo pacto com seu povo. Um indivíduo se tornava
parte do povo de Israel pelo nascimento físico e era circuncidado no oitavo dia
como sinal da aliança. Mais tarde, quando o menino tinha idade bastante para
entender, era-lhe ensinada a lei com a esperança de que ele decidisse
obedecê-la.
A lei de Moisés foi escrita em tábuas de pedra, mas muitos
israelitas não escreveram a lei de Deus em seus corações. O novo pacto,
contudo, é diferente, como Jeremias profetizou. É ensinado às pessoas primeiro
e elas se tornam parte da nação escolhida de Deus somente depois de aceitarem
as condições para se tornarem parte dessa nação (Hebreus 8:11). Elas serão
verdadeiramente o povo de Deus porque sua lei estará escrita em seus corações.
Todos na casa espiritual de Israel (a igreja) conhecem o Senhor porque ninguém
pode se tornar parte da nação eleita sem primeiro conhecer o Senhor! Mas a nova
aliança é diferente de outra maneira. O perdão estaria disponível através do
sacrifício de Jesus Cristo (8:12). Não haveria mais necessidade de sacrifícios
anuais no Dia da Expiação como a lei de Moisés exigia (veja Levítico 16).
Jesus, o sacrifício perfeito, precisou oferecer a si mesmo somente uma vez.
Por
que haveríamos de querer voltar ao velho e imperfeito, quando Deus providenciou um pacto novo e melhor, com um melhor
Sumo Sacerdote?
Redator: Dennis Allan, C.P. 60804, São Paulo, SP, 05786-970 Estudos Bíblicos estudosdabiblia.neT.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Mordomia do pensamento - PARTE II
“Quanto ao
mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é
justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há
alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Fp 4.8 )
Devemos dar graças a Deus pela capacidade que temos de pensar, refletir e usar esta para a glória de Deus. Deus conhece os nossos pensamentos e o meditar do nosso coração. Somos mordomos do nosso pensamento, assim devemos reconhecer o Senhorio Divino sobre este. Há uma declaração bíblica que diz “...nós temos a mente de Cristo” (I Co 2.16). Ter a mente de Cristo é pensar como Ele e ter o nosso pensamento dominado pelo mesmo.
Devemos dar graças a Deus pela capacidade que temos de pensar, refletir e usar esta para a glória de Deus. Deus conhece os nossos pensamentos e o meditar do nosso coração. Somos mordomos do nosso pensamento, assim devemos reconhecer o Senhorio Divino sobre este. Há uma declaração bíblica que diz “...nós temos a mente de Cristo” (I Co 2.16). Ter a mente de Cristo é pensar como Ele e ter o nosso pensamento dominado pelo mesmo.
1.
FASES DO PENSAMENTO
Segundo o Pr. João Falcão Sobrinho o pensamento humano abrange quatro fases:
A memória, o que é acumulado nos registros do cérebro, através dos sentidos físicos.
A análise, a avaliação dos dados da memória, a reflexão.
A imaginação, ou fantasia que está relacionada com as emoções, desejos íntimos e sonhos.
A elaboração do pensamento (a associação entre os dados guardados na memória e a imaginação) em ordem, para ser aplicado à realidade externa.
2.
DEUS CONHECE OS NOSSOS PENSAMENTOS
ELE sabe os nossos pensamentos - Sl 139. 1 e 2
Os nossos pensamentos devem ser agradáveis a Deus - Sl 19.14
ELE reprova os pensamentos maus - Gn 6.5; Pv 6.16-19 e Pv 15.26
3.
DEVERES PARA COM O NOSSO PENSAMENTO
Ocupá-lo com coisas boas - Fp. 4.8
Ser cheio da Palavra de Deus - Sl 119.11; I Tm 4.15; Js 1.8
Sempre recordar as bênçãos recebidas de Deus - Sl 103.2
Ser dominado pelo amor - Rm 5.5 e Rm 12.9-21
Ser dominado pela fé - Hb 11.6
Deve sempre estar em renovação - Rm 12. 1 e 2; Cl 3.1-10
4.
INIMIGOS DO PENSAMENTO
Literatura pecaminosa, tendenciosa ou promíscua
Programas televisivos e radiofônicos pecaminosos, pornográficos e violentos
Fantasias pecaminosas, profanas e mundanas - Mt 5.27 e 28
Más conversações - Sl 1.1 e 2; I Tm 6.20 e I Co 15. 33
CONCLUSÃO
Ao saber que Deus conhece os nossos pensamentos, isso já seria o suficiente para zelarmos por estes. Deus nos deu um filtro para coarmos os nossos pensamentos e em Filipenses 4.8: "Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento (nisso pensai)."
domingo, 20 de julho de 2014
Paradoxo do nosso tempo
O PARADOXO DO NOSSO
TEMPO
Hoje temos edifícios mais altos e pavios
mais curtos.
Autoestradas mais largas, pontos de vista mais
estreitos.
Gastamos mais, temos menos.
Compramos mais, desfrutamos menos.
Com casas maiores, famílias menores.
Mais conhecimentos e menos discernimento.
Mais medicina e menos saúde.
Comemos e Bebemos demais, rimos de menos.
Dirigimos mais rápido, nos irritamos mais
fácil.
Ficamos acordados até tarde, acordamos
cansado demais.
Multiplicamos nossas posses, reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos
com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não
vivemos esta vida.
Fazemos coisas maiores, mas não coisas
melhores.
Limpamos o ar, o carro e a casa, mas
poluímos a alma.
Escrevemos mais, aprendemos menos.
Planejamos mais, realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não
a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos e menos padrão
moral.
Tivemos avanços na quantidade e queda na
qualidade.
Refeições rápidas e digestão
lenta.
Lucros expressivos e relacionamentos
rasos.
Mais lazer, menos diversão.
Variedade de tipos de comida, menos
nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas
descartáveis e descartada a moral.
E... pílulas que fazem de tudo: alegrar, funcionar,
aquietar, matar.terça-feira, 15 de julho de 2014
MORDOMIA CRISTÃ
MORDOMIA CRISTÃ. INÍCIO
Parte 1- Introdução (1 Pe 4.10 e 11; 1 Co 4.1 e 2)
A palavra
mordomia sofreu, ao longo dos anos, uma deturpação devido ao seu mau uso. Esta
palavra é usada como regalias e favores concedidos, especialmente pelos
governos, a alguns funcionários públicos. Ou ainda, quando pensamos em mordomo,
pensamos num romance ou filme policial em que o mordomo sempre é o criminoso.
Estes não são o sentido bíblico da mordomia cristã.
1.
SIGNIFICADO DA PALAVRA MORDOMO:
A palavra mordomo, em português, vem do latim majordomus, que tem o mesmo significado do grego oikonomoV - oikonomos (oikoV - oikos, casa, e nomoV - nomos, governo). Major, em latim, é maior ou principal, e domus, casa, a casa com tudo que ela contém e significa. Assim mordomo é o principal servo, o que administra a casa do seu senhor.
Vejamos alguns mordomos na Bíblia: Eliézer (Gn 24.2) e José (Gn 39.4-6).
2.
CONCEITO BÍBLICO DA MORDOMIA:
“É o reconhecimento da soberania de Deus, a aceitação do nosso cargo de
depositários da vida e das possessões, e administração das mesmas de acordo com
a vontade de Deus”
3.
BASE BÍBLICA DA MORDOMIA CRISTÃ:
a) Deus é dono de tudo e de
todos:
Do universo: Gn 1.1; 14.22; l Cr 29.l3-l4; Sl 24.l; 50.10-12.
Do homem:
por direito de criação -Is 42.5
por direito de preservação: At l4.l5-l7 e At 17.22-28
por direito de redenção: 1 Co 6.l9e20; Tt 2.l4 e Ap 5.9
b) O homem é o mordomo - Gn
1.28; 2.l5 e Sl 8.3-9.
4. VALOR DA DOUTRINA PARA A VIDA
CRISTÃ
Senso do sagrado
Senso de responsabilidade
Senso de dependência
CONCLUSÃO:
A mordomia cristã estabelece como verdade que Deus é o Senhor, o Dono de tudo quanto existe na terra e no céu e concedeu ao homem o privilégio e responsabilidade de administrar. Os homens não são os donos, mas mordomos.
“Além disso requer-se nos despenseiros (ou mordomos)
que se ache fiel.”
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