segunda-feira, 22 de outubro de 2018
IMERSÃO EM CAPELANIA ESCOLAR 20/10/18
https://www.facebook.com/FaculdadeIbetel/videos/545686629188722/
sexta-feira, 22 de junho de 2018
SUICÍDIO ENTRE PASTORES
A pergunta que não quer calar: O
que estaria por trás desta onda de suicídios envolvendo ministros evangélicos?
Estaríamos preparados para lidar com esse fatídico assunto? Poderíamos pensar
que Deus esteja permitindo que isso aconteça para chamar nossa atenção para a
existência de um problema mais grave?
Afinal, não somos uma classe privilegiada, imune a este tipo de mazelas
existente em toda e qualquer sociedade.
As estatísticas não são nada
animadoras. De acordo com o Instituto Schaeffer, 70% dos pastores lutam
constantemente com a depressão, e 71% se dizem esgotados. Além disso, 80%
acreditam que o ministério pastoral afeta negativamente as suas famílias, e 70%
dizem não ter um “amigo próximo”. Talvez estes dados nos forneçam um retrato da
condição emocional da maioria daqueles que ocupam nossos púlpitos, atuando em
posições de destaque e alguns até certos privilégios e prestígios sociais e
econômicos.
Existe uma opinião predominante
entre os especialistas da religião e da psicologia que, o suicida na ânsia de
matar a dor, mata a vida primeiro. E analisando com critério o assunto, vamos
perceber que em função da angustia, solidão humana, frustação, e desespero
humano, a decisão escolhida é, por fim a dor humana, no ápice, tida como
incontrolável.
A Bíblia relata o funesto caso de
seis personagens que escolheram esse triste fim. O 1º foi Sansão em situação
adversa, preso, humilhado, traído e vencido, abraçou as colunas que sustinham a
casa Templo de Dagom, matando de uma só vez e em um só momento mais pessoas em
sua morte do que em suas batalhas durante a vida (Juízes 16:30) num ato
heroico-suicida. O 2º O Rei Saul, que não aceitou morrer por mãos de inimigos
atirando-se sobre a espada de seu pajem de armas (2 Samuel 31:5). 3º O pajem de
armas de Saul tomou a espada sobre a qual se lançou Saul e fez o mesmo (2
Samuel 31:6). O 4º Aitofel conselheiro de Absalão que após dar um conselho
contra a vida do Rei Davi, ao arrepender-se foi para casa e se enforcou (2
Samuel 17:23). O 5º Zinri que se lançou pela janela e os cavalos de Jeú o
atropelou (2º Reis 9:33). E Finalmente o 6º ao praticar o suicídio foi o
Apóstolo Judas, que se arrependera depois de vender e entregar Jesus aos
romanos (Atos 1:18) inaugurando assim, o suicídio entre os apóstolos, tidos
como pastores da Igreja fundada, mas em dias de ser inaugurada no dia de
Pentecostes.
Duas coisas precisam ser
consideradas urgentes. Primeiro, precisamos buscar maneiras de evitar que
aconteçam mais suicídios entre pastores e familiares. Segundo, temos que
consolar às famílias que perderam entes queridos pelo suicídio.
Se dermos atenção excessiva ao
primeiro ponto, poderemos evitar alguns suicídios, pois, observando melhor os
nossos líderes em suas atribuições, cargas, responsabilidades, incumbências,
passam por verdadeiros testes de resistência à solidão, abandono, indiferença,
desprezo, incompreensão e falta de tempo para laser e passeios com a família. Quando
nosso ego é crucificado com Cristo, de forma que, deixamos de viver em função
de nosso aprazimento, passando a viver para Deus e para o bem daqueles que nos
cercam, e nem sempre somos compreendidos em nossos cuidados diários com o
rebanho no afã de trazer-lhes bom alimento e proteção espiritual, causando aos
líderes tremendo aperto, desmotivação, agonia, pressão externa, resistência
interna, desestabilidade emocional e espiritual, dificuldades na área conjugal,
descontrole financeiro, excesso de problemas administrativo, agendas de reuniões,
cumprimentos de cotas, e a falta de mão de obra especializada que ofereça
suporte a esses líderes na área de aconselhamento noutético e ministerial,
disponibilizando recursos teológicos e psicológicos para mantê-los com a mente
e as emoções sadias, proporcionando-lhes momentos de equilíbrio, tranquilidade
e serenidade, em meio à exaustão e constrição.
Falo com Terapeuta e conselheiro
de Pastores, casais e jovens que sou, atuando bem menos do que seja preciso,
pois muitos que necessitam de suporte terapêutico, não dispõem de recursos e as
igrejas e ministérios não colocam na pauta de prioridade a Sanidade de seus
líderes e homens de Staff, deixando na maioria das vezes muitos desamparados em
suas missões de administradores de conflitos e confrontos, contritos e
contristados, acalentadores de ânimos fomentados pelo ciclo insano de injustiça
social que oprime grande parte do público cristão no que diz respeito a vida,
subsistência e sobrevivência sua e de seus familiares e dependentes.
Como as empresas multinacionais e
as grandes empresas, fazem dando suporte aos seus colaboradores, sugiro que as
Igrejas invistam parte de seus recursos destinados a Imóveis, móveis e veículos
para locomoção de seus dirigentes e diretores, em saúde física, mental e
emocional, de seus representantes legais. O suicídio é um efeito, que tem uma
causa, e essa causa pode ser a preocupação com números, montantes e valores, em
detrimento da saúde e qualidade de fiéis, trazendo assim sobrecarga aos homens
de frente.
Como Igreja pode atuar como comunidade
terapêutica se esta continuar produzindo um ambiente desestabilizador de
pastores e líderes, minando suas forças e fragmentando as famílias vitimadas
pelo suicídio de seus condutores?
Pastor VALMIR BARCELLOS,
Terapeuta, Ministro, Teólogo e Capelão, Bacharel e Mestre em Teologia, Educador
Cristão desde 1994, Iridologista, Naturopata, Massoterapeuta,
Hidromagnetoterapeuta, Técnico em Psicopedagogia e Programação
Neurolinguística, atua como professor da FACULDADE IBETEL SUZANO. Servo de
Cristo.
Email: Valmir.barcellos@gmail.com
Instagram: Valmirteos
sábado, 19 de maio de 2018
terça-feira, 8 de maio de 2018
Nos Passos de Paulo: VIAGENS DE SÃO PAULO
Nos Passos de Paulo: VIAGENS DE SÃO PAULO: A Missão O termo grego apóstolo significa enviado, representante. Supõe que o enviado tenha os mesmos pensamentos e sentimentos daquele que ...
sexta-feira, 20 de abril de 2018
domingo, 11 de março de 2018
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
terça-feira, 21 de novembro de 2017
sábado, 21 de outubro de 2017
domingo, 16 de abril de 2017
sábado, 15 de abril de 2017
Bíblia em detalhes: O Jardim do Éden
Bíblia em detalhes: O Jardim do Éden: Como já vimos na postagem anterior, depois dos sete dias da criação, ainda não existiam plantas próprias para o consumo humano, pois ai...
sexta-feira, 3 de março de 2017
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Podemos Compreender a Bíblia se não Somos Experts? (parte 1/2)
Mez McConnell25 de Janeiro de 2016 - Pensamento Cristão
A Bíblia é um livro grande. Para muitas das pessoas com quem trabalhamos na periferia é um livro muito grande. Em suas páginas, encontramos muitos tipos diferentes de literatura: poesia, profecia, história, narrativa, epístolas e escritos apocalípticos. É pesado. Entendê-la corretamente não é fácil, mas certamente não é impossível. Não precisamos estudar em um seminário para abrir a Bíblia e entendê-la. Uma Bíblia aberta, na mão de um leitor ávido e cheio do Espírito, é algo poderoso.
Existem, no entanto, algumas armadilhas e ciladas a serem evitadas, e esta séria de dois artigos irá nos passar algumas dicas bem básicas. Então, o que devemos ter em mente enquanto pensamos em ler e ensinar a Bíblia em nossa periferia ou comunidade carente?
Evite ser superficial. Nós não podemos simplesmente ler o texto bíblico e pular direto para o que ele significa para nós. Precisamos fazer o trabalho duro de interpretação. A época e a cultura mudam e precisamos, então, entender o sentido original do texto ou podemos criar um grande problema. Imagine sua esposa se arrumando pela manhã e começa aquele típico papo de uma hora no banheiro, metade desse tempo arrumando o cabelo. “Como está?” – ela pergunta. Você responde: “Bem, minha querida está um pouco parecido com Cantares 4.1: ‘Os teus cabelos são como o rebanho de cabras’.” Não pare aí. O que você acha de Cantares 7.4b? “O teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco”. Nenhum destes comentários vai receber muito amor. Mas, na cultura do Oriente Médio, quanto maior o nariz, maior a beleza e ser comparada com algo tão valioso como cabras era um enorme elogio! Nós temos que ter cuidado para não ler a Bíblia superficialmente ou podemos causar (sérios) problemas.
Não super-espiritualize a Bíblia. 1 Samuel 17 é o maior exemplo. Todos nós conhecemos a história. Enquanto o rei Saul e seu exército se acovardavam pelo medo, Davi entendeu o desafio de Golias como uma ofensa a Deus e seu povo. Armado com uma funda e cinco pedras lisas, Davi derrubou o gigante e o decapitou, selando seu destino como rei de Israel. Qual foi a aplicação que ouvi inúmeras vezes? Todos nós enfrentamos gigantes como Golias em nossas vidas. Quais são alguns dos nossos gigantes? Drogas, divórcio, dificuldades, morte e etc. Como podemos “derrotar esses gigantes como Davi fez?” E as cinco pedras lisas? O que elas representam? Que tal, nosso passado (vitórias passadas?), oração, prioridades (a reputação/glória de Deus), paixão e persistência? Apliquemos estes em nossas vidas e venceremos nossos próprios gigantes.
Qual é o problema com essa interpretação e aplicação? Bem, para começar, ela nos coloca no lugar de Davi. Ela nos coloca no centro da história. Ela nos transforma no herói. Mas nós não somos o herói. Davi é o herói. Se estivéssemos em algum lugar nessa história, estaríamos com o rei Saul e os israelitas acovardados pelo medo de Golias. Na verdade, somos nós que precisamos de um herói, um campeão, um Salvador. Então, Jesus é o verdadeiro herói nesse texto. Ele é o Filho de Davi, o herdeiro do trono de Davi (“Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.” – Mateus 1.1. “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai;” – Lucas 1.32). Logo, o que temos aqui é na realidade uma sombra de Jesus, aquele que derrotou o verdadeiro gigante, a morte, quando enfrentou Satanás e morreu na cruz, a fim de que não mais vivêssemos em temor. Esse texto é sobre Jesus, não sobre nós. Tenha cuidado para não mega-espiritualizar a Bíblia em pequenos pontos sobre como devemos viver. A Bíblia não é sempre, nem em última instância, um livro sobre nós. Ela é um livro sobre Ele.
Tenha cuidado com a linguagem. Palavras mudam de significado. A palavra armário é um bom exemplo. Originalmente significava um lugar onde se guardava armas. Imaginem, então, quantas palavras variaram ou mudaram de significado em um livro que tem milhares de anos? 1 Coríntios 4.1, por exemplo, traz a tradução “despenseiros” ou ministros em algumas traduções da Bíblias, mas o significado literal é “escravo”. Paulo queria que seu legado fosse visto como nada mais do que o de um escravo. Isso é um pensamento (e uma tradução) muito mais forte que meramente um despenseiro ou um ministro quando pensamos no que essas palavras significam hoje.
História. Por que Pilatos permitiu que o judeus matassem Jesus quando sabia que ele era inocente? Ele certamente não era amigo do povo judeu? A história pode nos ajudar aqui. Está bem documentado que Pilatos odiava ter sido designado para Israel. Nós lemos em livros de história que, quando Pilatos chegou a seu posto, ele tentou forçar os judeus a adorar divindades pagãs. Mas ele acabou se vendo com uma grande revolta em suas mãos. Muitas pessoas perderam suas vidas antes que a ordem fosse restaurada. Seu chefe, o imperador, ficou com tanta raiva dele que ameaçou tirá-lo da função caso não conseguisse manter a paz. Então Pilatos fazia o que podia para manter os líderes judeus felizes e para impedir que ele perdesse seu emprego e seu status na sociedade.
A arte de interpretar a Bíblia é chamada “Hermenêutica”. E a Hermenêutica tem três meias-irmãs: autores, textos e leitores. Hermenêutica ruim acontece quando não levamos as três meias-irmãs para jantar ou favorecemos uma mais que a outra. Existe também um problema quando, ao chegarmos ao restaurante, não as sentarmos na ordem correta (esta ilustração parecia melhor dentro da minha cabeça, mas estou comprometido com ela agora!). Dessa maneira, criamos problemas ao abrirmos a Bíblia e a interpretamos de imediato somente para nós mesmos (os leitores). Nós devemos sempre começar com o autor original quando nos aproximamos do texto. Nosso trabalho é sempre descobrir o que aquele texto significou para as pessoas que primeiro escreveram e leram tais palavras. Então, e só então, podemos começar a aplicar a nós mesmos. Errar nesta ordem de interpretação pode ter consequências devastadoras para nosso entendimento da Palavra de Deus. Aqui seguem algumas diretrizes básicas para nos ajudar a estudar a Palavra de Deus:
1.Ore.
2. O que essa passagem diz? Leia três vezes (mínimo).
3. Ore.
4. Por que o autor diz isso aqui?
5. Ore.
6. Por que ele sequer diz isso?
7. Ore.
8. Como isso se encaixa na história da Bíblia como um todo? (Está antes ou depois da cruz, por exemplo?)
9. Ore.
10. O que os leitores originais entenderam ser o sentido do autor?
11. Ore
12. O que isso tem a ver conosco hoje?
13. Ore.
2. O que essa passagem diz? Leia três vezes (mínimo).
3. Ore.
4. Por que o autor diz isso aqui?
5. Ore.
6. Por que ele sequer diz isso?
7. Ore.
8. Como isso se encaixa na história da Bíblia como um todo? (Está antes ou depois da cruz, por exemplo?)
9. Ore.
10. O que os leitores originais entenderam ser o sentido do autor?
11. Ore
12. O que isso tem a ver conosco hoje?
13. Ore.
Algumas vezes uma aplicação aparece imediatamente. Anote-a e a visite mais tarde. Pode ser um pensamento brilhante, mas também pode não ter nada a ver com o texto. Reescrever a passagem em suas próprias palavras pode ser, algumas vezes, útil.
Mas, acima de todas as outras considerações, lembre-se que estamos nos aproximanado da Palavra Santa de Deus. Este não é um livro ordinário. Nós precisamos da ajuda do Espírito Santo e devemos sempre pedir que nos ajude a entender o que Deus nos diz por meio dela.
Continuaremos no próximo artigo.
Tradução: Fabio Luciano
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel
Artigo
3 significados do que é pastorear o rebanho de Deus
Dave Harvey18 de Novembro de 2016 - Igreja e Ministério
Para algumas pessoas, a palavra “pastor” traz à mente pinturas em azul cor-de-água em berçários de igreja. O pastor está ninando uma ovelha enquanto o sol se põe atrás dele em borrifadas de cor. Ou ele está se inclinando sobre o seu cajado, olhando por cima de um campo verde como um giz de cera. Ele tem olhos azuis e um cabelo longo e ondulado, seu olhar é solene e sua túnica está sem mancha alguma.
Mas quando o apóstolo Pedro usou a palavra “pastor”, seus leitores imaginariam um trabalhador de gado. Esse cara está trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, vigiando pastos, cercando os animais que fogem, dispensando os primeiros socorros, consertando chifres quebrados, certificando-se que as ovelhas estão seguras e bem alimentadas. Esse rapaz trabalha duro, fica sujo e ainda sabe como manejar como ninguém seu cajado.
Quando Pedro diz “pastoreai o rebanho de Deus” (1Pedro 5.2), ele tem tudo isso em mente. Um pastor do povo de Deus é responsável por cuidar dele. Ele é responsável por o alimentar com a Palavra de Deus em sua pregação, aconselhamento e até mesmo nas conversas do dia-a-dia. Ele é responsável por proteger a ovelha dos falsos mestres, do veneno da falsa doutrina e da influência do mundo. Há uma razão pela qual “pastorear” é a metáfora mais proeminente na Escritura para o papel do pastor. “A responsabilidade fundamental dos líderes da igreja”, diz Tim Witmer, “é pastorar o rebanho de Deus”. Seu sucesso no ministério está sempre ligado com o bem-estar dele.
Mas com o que, exatamente, se parece o pastorear o rebanho de Deus? Significa algumas coisas diferentes.
Significa ansiar e estar disposto a vigiar
O termo “pastoreai” (1Pedro 5.2) vem do grego episkopeo. Ele significa literalmente “considerar” e inclui a ideia de olhar cuidadosamente ou assistir diligentemente. Em seu livro Shepherds After My Own Heart [Pastores Segundo o Meu Coração], Timothy Laniak o define como “uma atenção vigilante para ameaçar o que possa dispersar ou destruir o rebanho”. O pastor é um guardião com botas no chão, pronto para ser usado pelo Supremo Pastor para guiar e proteger seu rebanho.
Significa amar
Falando praticamente, pastorear quer dizer amar as pessoas. Você não pode amar ministrar e ser odiado pelas pessoas. A convocação é um chamado para amar as ovelhas. “Amar pregar”, Lloyd-Jones diz, “é uma coisa; amar aqueles para quem nós pregamos é totalmente outra coisa”. Um homem convocado por Deus para liderar o rebanho dele ama ambas as coisas. E ambas são essenciais para a tarefa. O estudo e a reflexão requeridos do pastor não o tornarão um ermitão acadêmico; ao invés disso, o estudo dele deve levá-lo a nutrir mais eficazmente a igreja. Ele deve possuir uma capacidade básica de comunicar o coração e o amor de Deus ao povo de Deus.
Significa conectar o cuidado do Supremo Pastor
A igreja local imerge os pastores nas coisas da vida. Considere os mistérios da experiência humana – o casal sem filhos que acabou de ter o terceiro aborto espontâneo, o novo convertido ainda preso num vício que durou sua vida toda, o provedor que trabalha duro que acabou de perder o emprego, o pecador que está morrendo confrontando a certeza do drama. Nesses momentos desesperadores, quem é apontado para guiar o povo de Deus pelos vales inexplicáveis para beber nas correntes da providência e da bondade de Deus? Quem irá nos lembrar que o Supremo Pastor é o Bom Pastor (João 10.11)? Ninguém além dos pastores da igreja. Que gloriosa exibição da graça de Deus: criar um escritório especial para nosso cuidado durante tempos de tribulação e sofrimento. Longe dos holofotes e das mídias de comunicação da Cristandade, cuidando do trabalho de pastor na obscuridade, para guardar as almas das pessoas. Eles conectam as ovelhas ao Supremo Pastor.
Tradução: João Pedro Cavani
Revisão: Yago Martins
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
OS 16 NOMES DE JEOVÁ - BIBLIA DAKE - ED. ATOS
16
NOMES DE JEOVA
1
- JEOVA ELOIM - O CRIADOR ETERNO GN.2.4
2
- ADONAI JEOVA O - SR. NOSSO SOBERANO GN 15 2,8
3
- JEOVA JIRÉ - O SENHOR VERÁ GN 22.8,14
4
- JEOVA NISSI - O SENHOR NOSSA BANDEIRA EX. 17.15
5
- JEOVA RAHA - O SENHOR NOSSA CURA EX. 15.25
6
- JEOVA SHALLON - O SENHOR NOSSA PAZ JZ 6.24
7
- JEOVA TSIDIKENU - O SENHOR NOSSA JUSTIÇA JER 23.6 33.16
8
- JEOVA MACCADESHKEM - O SENHOR QUE SANTIFICA EX 31.13
9
- JEOVA SABAOTH - O SENHOR DOS EXÉRCITOS 1 SM 1.3 248 VEZES
10
- JEOVA SHAMAH - O SENHOR ESTÁ PRESENTE EZ 48.35
11
- JEOVA ELYOWN - O SENHOR ALTÍSSIMO SL 7.17 47.2
12
- JEOVA ROHI - O SENHOR É MEU PASTOR SL 23.1
13
- JEOVA HOSEENU - O SENHOR NOSSO CRIADOR SL 95.6
14
- JEOVA ELOENU - O SR NOSSO DEUS SL99.5,8,9
15
- JEOVA ELOE - O SENHOR VOSSO DEUS EX 2.2,5,7
16
- JEOVA ELOAI - O SR MEU DEUS ZC 14.5
" BATALHA ESPIRITUAL.....?....."
Caros leitores,
Quem nunca ouviu falar na expressão:
"Batalha Espiritual". Essa expressão, atualmente, tem arrastado
inúmeras pessoas à uma falsa concepção da realidade acerca do mundo espiritual,
além de trazer a inversão de alguns papéis.
Batalha Espiritual. O nome em si já sugere do que se trata: é um movimento cuja ênfase maior
é na luta da Igreja de Cristo contra Satanás e seus demônios, conflito este de
natureza espiritual, quanto aos métodos, armas, estratégias e objetivos
NEOPENTECOSTALISMO
O crescente interesse em círculos
evangélicos por Satanás, demônios, espíritos malignos, e o misterioso mundo dos
anjos, corresponde ao surto de misticismo atual, um interesse crescente no
mundo nos dias de hoje pelos anjos maus e bons, e pelo oculto. Mas não somente
no mundo, dentro da própria igreja cristã assistimos o crescimento da busca
pelo miraculoso e sobrenatural, na esteira do neopentecostalismo. Por
neopentecostalismo, quero dizer, aqueles movimentos surgidos em décadas
recentes, que são desdobramentos do pentecostalismo clássico do início do
século, mas que abandonaram algumas de suas ênfases características e
adquiriram marcas próprias, como ênfase em revelações diretas, curas, batalha
espiritual, e particularmente uma maneira de encarar a realidade espiritual.
Esse movimento é caracterizado por
uma leitura das Escrituras e da realidade sempre em termos da ação sobrenatural
de Deus. Deus é percebido somente em termos de sua ação extraordinária. Assim,
para o neopentecostal típico, Deus o guia na vida diária através de impulsos,
sonhos, visões, palavras proféticas, e dá soluções aos seus problemas sempre de
forma miraculosa, como libertações, livramentos, exorcismos e curas. A doutrina
que caracteriza, mais que qualquer outra, as igrejas evangélicas no Brasil
hoje, é a crença em milagres. É claro que não estou dizendo que crer em
milagres seja errado. O que estou dizendo é que, na hora em que a crença em
milagres contemporâneos e diários passa a ser a característica maior da igreja
evangélica, algo está errado.
O neopentecostalismo, por enfatizar a
ação sobrenatural e miraculosa de Deus no mundo (a qual não negamos), acaba por
negligenciar a importância da operação do Espírito Santo através de meios
secundários e naturais. Essa negligência torna-se mais séria quando nos
conscientizamos que o Espírito normalmente trabalha através de meios
secundários e naturais para salvar os pecadores. Acredito não ser difícil de
provar que a esmagadora maioria dos cristãos foram salvos através de meios
naturais – como o testemunho de alguém, a leitura da Bíblia, a pregação da
Palavra – e não através de intervenções miraculosas e extraordinárias, como foi
a conversão de Paulo.
Como resultado do sobrenaturalismo
neopentecostal, as igrejas reformadas por ele afetadas tendem a considerar os
meios naturais como sendo espiritualmente inferiores. Um bom exemplo é a
tendência de considerar o tomar remédios como falta de fé por parte do crente
adoentado. Um outro resultado é a diminuição da pregação do Evangelho como meio
de salvação dos pecadores, e a ênfase na realização de como meio evangelístico.
Assim, a obra do Espírito na Igreja e no mundo através dos meios naturais
secundários é negligenciada, com graves e perniciosos efeitos nas vidas dos que
abraçam a cosmovisão neopentecostal.
As conseqüências desta maneira de ver
a realidade espiritual são sérias para a área do conflito da igreja contra as
hostes das trevas, pois a concebe apenas em termos do sobrenatural,
negligenciando o ensino bíblico de que Satanás procura atingir a Igreja de
Cristo através da carne e do mundo – meios que não são necessariamente
sobrenaturais.
Conquanto devamos dar as boas vindas
a todo e qualquer movimento na Igreja que venha nos ajudar a melhor nos
preparar para enfrentar os ataques das hostes malignas contra a Igreja, este
movimento polêmico tem trazido algumas preocupações sérias a pastores,
estudiosos e líderes evangélicos no mundo todo, não somente das igrejas
evangélicas históricas, como até mesmo de igrejas pentecostais clássicas.
Existem várias razões para essa
preocupação. Uma delas é que o movimento, onde tem ganhado a adesão de pastores
e comunidades, tem produzido um tipo de cristianismo em que a atividade
satânica se tornou o centro e mesmo a razão de ser da existência destes
ministérios e igrejas. Nestes casos, embora geralmente as doutrinas
fundamentais da fé cristã não tenham sido negadas (há exceções), elas são, via
de regra, relegadas a plano secundário, desaparecendo do ensino e da liturgia.
O que resulta é um cristianismo distorcido, deformado, onde doutrinas como a
salvação pela fé somente, mediante o sacrifício redentor, único e expiatório de
Cristo. A doutrina da pessoa de Cristo, sua mediação e ofícios, e doutrinas
como a da queda, da depravação do homem, da santificação progressiva mediante
os meios de graça, são negligenciadas. Não é que estas igrejas e os proponentes
do movimento neguem necessariamente estes pontos; mas certamente não lhes dão a
ênfase necessária e devidas, que recebem nas próprias Escrituras.
O fato é que o movimento de
"batalha espiritual" tem produzido o surgimento de novas igrejas (e
mesmo denominações) cujo ministério principal é a expulsão de demônios e a
"libertação" de crentes e descrentes da opressão demoníaca a todos os
níveis (espiritual, moral e física, bem como geográfica, estrutural e social).
Mas não somente isto — as idéias e práticas difundidas pelo movimento tem se
infiltrado nas igrejas históricas, cativando muitos dos seus pastores, oficiais
e membros.
A NECESSIDADE DE BASE BÍBLICA
Quando procuramos entender os
conceitos da "batalha espiritual" a partir de princípios gerais que
controlam as diversas áreas abrangidas pelo tema, poderemos ter alguns trilhos
sobre os quais poderemos conduzir o assunto. No que se segue, procuro analisar
02 desses princípios que têm importância fundamental para ele: a soberania de
Deus, a suficiência das Escrituras.
1. Deus é soberano absoluto do seu
universo
Um soberano é alguém que está
revestido da autoridade suprema, que governa com absoluto poderio, que exerce
um poder supremo sem restrição nem neutralização. Quando dizemos que Deus é
soberano, significa que ele tem poder ilimitado para fazer o que quiser com o
mundo e as criaturas que criou, e que nenhuma delas pode, ao final, frustrar seus
planos. Podemos fazer algumas afirmações quanto a essa doutrina.
A soberania absoluta de Deus sobre
sua criação percebe-se claramente nas Escrituras. No Pentateuco Deus revela-se
como o Criador do mundo visível e invisível, e da raça humana. Ele é o Libertador
dos seus e o Legislador que soberanamente passa leis que refletem sua santidade
e exigem obediência plena de suas criaturas. Ele exerce total controle sobre a
natureza que criou, intervindo em suas leis naturais, suspendendo-as
(milagres). Assim, em contraste com os deuses das nações, ele é o supremo
soberano do universo, acima de todos os deuses, que os julga e castiga, bem
como aos que os adoram. Nos livros Históricos, lemos como Deus cumpre
soberanamente suas promessas feitas a Abraão de dar uma terra aos seus
descendentes, introduzindo-os e estabelecendo-os em Canaã, e ali mantendo-os
até que os expulsasse por causa da desobediência deles. Os Salmos e os Profetas
celebram a soberania de Deus sobre sua criação e sobre seu povo. É ele quem
reina acima das nações e de seus deuses falsos, quem controla o curso desse
mundo. Nele seu povo sempre pode confiar e depender.
O mesmo reconhecimento encontramos
nas Escrituras do Novo Testamento. Na plenitude dos tempos Deus envia
soberanamente seu filho, e dá testemunho dele através de milagres poderosos,
ressuscitando-o de entre os mortos. Esses eventos, bem como os que se seguiram
na vida dos apóstolos e da Igreja nascente, ocorreram como o cumprimento da
vontade de Deus.
A soberania de Deus é ensinada no
conceito de Reino de Deus. Mas, é o conceito bíblico do Reino de Deus que
melhor expressa a soberania de Deus sobre o universo que formou. Tal conceito
está presente em toda a Bíblia e mesmo estudiosos renomados têm insistido em
que é o conceito central das Escrituras, do qual se derivam todos os demais.
Para colocá-lo de maneira simples e sucinta, significa o domínio supremo de
Deus sobre suas criaturas, mesmo as que se encontram em estado de rebelião
aberta contra ele.
O próprio Satanás está debaixo da
soberania divina. Embora não esteja muito claro na Bíblia, a Igreja cristã
sempre entendeu que Satanás foi originalmente um dos anjos criados por Deus,
talvez um querubim de grande beleza e poder, que desviou-se do seu estado
original de pureza e motivado pela vaidade e pela soberba, rebelou-se contra
Deus, desejando ele mesmo ocupar o lugar da divindade (Isaías 14 e Ezequiel
28). Punido por Deus com a destruição eterna, o anjo rebelde tem entretanto a
permissão divina para agir por um tempo na humanidade, a qual, através de seu
representante Adão, acabou por seguir o mesmo caminho do querubim soberbo. Pela
permissão divina, Satanás e os demais anjos que aliciou dos exércitos
celestiais, cumprem nesse mundo propósitos misteriosos, que pertencem a Deus
apenas. Alguns deles transparecem das Escrituras, que é o de servir como teste
para os filhos de Deus e agente de punição contra os homens rebeldes.
O ensino bíblico é claro. Satanás,
mesmo sendo um ser moral responsável e retendo ainda poderes inerentes aos
anjos, nada mais é que uma das criaturas de Deus, e portanto, infinitamente
inferior a ele em glória, poder e domínio. Mesmo que a Bíblia fale do reino de
Satanás e de seu domínio nesse mundo (Ef 6.12; Lc 4.6; Jo 14.30) e advirta os
crentes a que estejam alertas contra suas ciladas (Ef 6.11; 1 Pe 5.8; Tg 4.7),
jamais lhe atribui um poder independente de Deus, ou liberdade plena para
cumprir planos próprios, ou capacidade para frustrar os desígnios do Senhor.
Assim, a Bíblia nos ensina que
Satanás não pode atacar os filhos de Deus sem a permissão dele. Foi somente
assim que pode atacar o fiel Jó (Jó 1.6-12; 2.1-7), incitar Davi a contar o
número dos israelitas (1 Cr 21.1 com 2 Sm 24.1) e peneirar Pedro e demais
discípulos (Lc 22.31-32). Os crentes têm a promessa divina de que ele só
permitirá a tentação prosseguir até o limite individual de cada um (1 Co
10.13), o que só faz sentido se o Senhor tiver pleno controle sobre a atividade
satânica.
2. As coisas de Deus só podem ser
conhecidas pelas Escrituras
Esse segundo ponto é de importância
crucial para nosso entendimento da batalha espiritual. Ele trata da suficiência
das Escrituras quanto ao conhecimento que precisamos ter acerca de Deus, da sua
vontade, suas promessas, e do misterioso mundo celestial, onde invisivelmente
se movimentam os anjos e os demônios. Há dois aspectos que precisamos destacar
aqui.
A exclusividade da Escritura. A
Bíblia é a única fonte adequada e autorizada por Deus pela qual obter
informações acerca das coisas espirituais e que pertencem à salvação. Portanto,
ela exclui qualquer outra fonte. Muito embora Deus se revele através da sua
imagem em nós (consciência, Rm 2.14-15) e das coisas criadas (Rm 1.19-20),
entretanto é através de sua revelação especial nas Escrituras que nos faz saber
acerca do mundo invisível e espiritual que nos cerca. Assim, muito embora
possamos depreender alguma coisa acerca de Deus pelo conhecimento de nós mesmos
e do mundo criado, é exclusivamente nas Escrituras que encontraremos a
revelação clara e plena de Deus para a humanidade.
A suficiência da Escritura. A Bíblia
traz todo o conhecimento que precisamos ter nesse mundo, para servirmos a Deus
de forma agradável a ele, e para vivermos alegres e satisfeitos no mundo
presente. Mesmo não sendo uma revelação exaustiva de Deus e do reino celestial,
a Escritura entretanto é suficiente naquilo que nos informa a esse respeito.
1) A única fonte autorizada que temos
para conhecer o misterioso mundo angélico onde se movem anjos e demônios é a
Bíblia. Mesmo que existam muitos conceitos e idéias acerca dos demônios,
advindas da superstição popular, da crendice e de experiências pelas quais as
pessoas passam, é somente nas Escrituras que encontramos conhecimento seguro
acerca de Satanás e de sua atividade nesse mundo. Ela é singular e exclusiva.
2) A Bíblia contém tudo o que Deus
desejava que conhecêssemos a respeito de Satanás. O ensino que ela nos oferece
sobre os demônios e suas atividades é suficiente para que possamos estar sempre
prontos para resistir às suas investidas e para ajudar as pessoas que se
encontram cativas por eles. Ou seja, tudo que precisamos saber para travarmos
uma guerra espiritual contra as hostes espirituais da maldade está revelado nas
páginas da Escritura, e isso inclui conhecimento das ciladas astutas do diabo e
a maneira correta de procedermos diante delas. A Bíblia é nosso manual de
combate espiritual. Ela nos revela o caráter de nosso inimigo, suas intenções e
artimanhas, e de que modo podemos ficar firmes contra suas ciladas.
Os perigos que correm os cristãos que
adotam uma demonologia ou uma visão de batalha espiritual que vai além dos
padrões da Palavra de Deus são devastadores. Via de regra, os que têm ido além
das Escrituras acabam caindo numa demonologia semi-pagã. Defensores dessa nova
teologia mesmo apresentando as vezes bom material bíblico são tendentes a
especulações fantásticas e imaginações espetaculares. Os que vêem a dor, o sofrimento,
as doenças, a depressão, o desemprego, os conflitos pessoais e o pecado —
enfim, toda a miséria que existe no mundo ao seu redor — sempre em termos de
batalha espiritual, correm diversos riscos quanto à sua fé.
Falsa compreensão. Quando aceitamos
a idéia de que vivemos num mundo onde todo mal se origina na atuação direta de
Satanás ou alguns de seus demônios, perdemos de perspectiva o ensino bíblico de
que somos responsáveis pelos nossos pecados e pelas conseqüências dos mesmos,
que geralmente nos trazem dor e sofrimento. E podemos até mesmo começar a
questionar se a disciplina espiritual é de algum valor para quebrarmos o poder
dos hábitos pecaminosos em nossas vidas, já que acreditamos que estes se
resolvem pela expulsão de entidades espirituais responsáveis pelos mesmos.
Temor doentio. Pessoas que
percebem a vida cristã exclusivamente em termos de batalha espiritual, logo
começam a ver conexões sinistras e macabras entre os eventos do dia a dia e a
atividades de demônios, o que pode levá-las ao pânico ou a um comportamento
paranóico.
Ilusão. Pessoas que
experimentam umas poucas vezes a "vitória" sobre o inimigo podem
adquirir uma falsa sensação de superioridade, de orgulho ou a ilusão de terem
"poder". Entretanto, a vitória pertence a Deus. Devemos nos lembrar
que a maioria dos problemas que os cristãos experimentam procedem de suas
próprias faltas, defeitos, incoerências, idiossincrasias e enfermidades
espirituais. Não estou negando que Satanás usa essas coisas para prejudicar
nossas vidas, apenas destacando que elas tem origem em nossa natureza decaída.
Se porém permanecermos confiantes na
exclusividade e na suficiência do ensino da Escritura e permanecermos firmes no
que ela nos ensina, poderemos entrar no combate espiritual perfeitamente equipados
e tendo a perspectiva correta do que está acontecendo. Esse é um princípio
fundamental que devemos manter a todo custo quanto ao tema da batalha
espiritual.
Não vos deixeis envolver por doutrinas
várias e estranhas, porquanto o que vale é estar o coração confirmado com
graça.. (Hebreus 13.9)
Bibliografia & Referência
Evangélicos em Crise; Paulo Romeiro
O que Você Precisa Saber sobre
Batalha Espiritual, Rev. Augustus Nicodemus
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Crentes de comportamento anti-Cristão.
Já passei por diversos momentos de crise na vida,
lutas intensas, às vezes pensando que a derrota era certa, mas Deus sempre
virou o cativeiro e concedeu vitórias.
Algo que me chama a atenção é o comportamento de
alguns crentes quando vêem seu semelhante passando por esses momentos ,
invertem tudo o que a bíblia nos ensina, vejamos os contrastes.
Sempre que alguém está na prova, seja ela, na
saúde, nas finanças, ou mesmo espiritual, os chamados crentes modernos, usam de
alguns artifícios para ficarem na margem do problema e a primeira desculpa que
dão é que “Deus está tratando” e que eles não podem ajudar uma pessoa na prova
senão a luta será dele, porém a Bíblia nos ensina justamente o contrário, em
Tiago 4:17 a Bíblia diz que quem sabe fazer o bem e não faz, comete pecado, não
fala para analisarmos a situação de quem precisa, fala de fazer o bem, ajudar,
estender a mão, fazer algo para ajudar, estender a mão a quem precisa estar
junto, caminhar lado a lado, literalmente fazer o bem e não olhar a quem.
É
tempo de pararmos de usar de artifícios e dizer que é Deus quem orienta para
justificar a preguiça e a falta de amor ao próximo, vidas estão perecendo
dentro e fora das igrejas e os crentes estão inertes, olhando para seus
próprios umbigos e achando que vão para o céu.
Gosto muito de usar experiências
vividas por mim para exemplificar o que falo esses dias acompanhando minha mãe
no hospital, vi apenas um pastor lá orando pelo povo e de vez em quando um
crente ou outro nas visitas, porém católicos e espíritas estavam na portaria do
hospital, com panfletos de evangelização e se oferecendo para visitar os
enfermos, estavam em grupos e cadê os crentes?
Em MT 25.43-46 Jesus fala sobre isso e para onde
vão os que se colocam a margem dos problemas alheios.
Amados vamos nos envolver de verdade com a obra de
Deus e não só de palavras, viver só da boca para fora é inútil e o fim é o
inferno, passa-se a vida dentro da igreja para no final ir para o inferno do
mesmo jeito e pior ainda serve de tropeço e escândalo, sejam verdadeiros
consigo mesmos e principalmente, verdadeiros com Deus.
Continuando a nossa meditação, tem um texto na
Bíblia que gosto muito:
Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os
que choram Rom. 12:15
Infelizmente grande parte dos crentes do evangelho
moderno desconhece ou ignoram esse versículo.
Não é incomum, vermos crentes torcendo pela derrota
do seu semelhante, basta ver alguém na prova, que já abrem o sorriso e dizem
que já sabiam que Deus está quebrando, que vão orar pra Deus matar e coisas
assim, jogam a Bíblia fora e pisam em cima, sapateiam sobre os ensinamentos
Bíblicos e acham que vão para o céu.
Até os cantores gospel já viram que essa heresia vende
vide a música Sabor de Mel, baboseira triunfalista e crente faz até aviãozinho
dentro da igreja achando que é de Deus.
Mateus 5:44 é desconhecido deles, Jesus mandou amar
os inimigos, mas os crentes odeiam até seus irmãos dentro da mesma igreja, quer
ver a pessoas destruídas no pó para poderem ser felizes, é tal de pisar no
irmão para alcançar cargo, credencial, posição.
E acham que vão para o céu, estão indo a passos
largos para o inferno e se sentem a ultima coca cola do deserto.
Amados, parem de ir pela cabeça dos outros analisem
o que a Bíblia diz, vejam o que Jesus ensinou em sua Palavra, o Senhor disse
que o povo perece por falta de conhecimento Oséias 4:6 e falta de saber que
Deus não tem prazer na destruição do ímpio Ezequiel 18:23 e 33.11, está levando
muitos crentes fervorosos a irem para o inferno, simplesmente por querer ver
seu próximo destruído.
Sinta a dor do seu irmão, chore com ele e depois se
alegre junto, as diferenças doutrinárias não podem ser pretexto para isso.
Há coisa de um ano, vi duas mulheres de oração,
fervorosas falando que iria orar para Deus matar alguns crentes, ai isso é
oração contrária e é feitiçaria, igrejas repletas de feiticeiros e esse ficarão
de fora.
Convertam-se desse erro e tornem ao primeiro amor,
ainda da tempo de entrar no céu.
Depoimento: PRESB. CLEBER DISTEFANO - AD MADUREIRA EM MOGI GUAÇU - SP - Publicado com autorização.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
A POSTURA DO BOM OBREIRO.
A POSTURA DO BOM OBREIRO
I.
Introdução.
O Ministério é fundamental para a edificação
do Corpo de Cristo, bem como para o crescimento da Sua Igreja em toda a face da
terra. O Apóstolo Paulo deixa bem clara sua finalidade: “tendo em vista o
aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo
de Cristo” (Ef 4.12). A Igreja do Senhor Jesus necessita de bons ministros, (Lc
10.2).
II.
Importância
e necessidade na Igreja.
1)
O ministério no
Antigo Testamento. (Nm 3.5,6; 8.10-15)
2) O ministério no Novo Testamento.
a- No sentido geral, todo crente pode servir ao Senhor, (I
Pe 2.9). É o atender ao convite geral de Jesus para a salvação, (Mt 11.28).
b- No sentido específico, o Senhor chama alguns e os
capacita, (Mt 4.19).
3) Termos aplicados no Novo Testamento.
a- Ministros,
(I Tm 4.6). Gr. “diakonos”. Significa
(servo, servidor).
ð
O ministro como “servo” fala de: trabalho e
submissão.
b- Presbítero,
(I Pe 5.1-3; II Jo 1). Gr. “presbuteros”.
Significa pessoa madura, sábia, experiente.
ð
O ministro como “presbítero” fala de: maturidade
em todos os sentidos. Paulo diz “não neófito”, (I Tm 3.6).
c-Bispo,
(At 20.28) Gr. “episcopos”. Significa
vigia, supervisor, administrador.
ð
O ministro chamado “bispo” fala de estar atento,
alerta, vigilante, (Nm 8.24,25; At 20.29). Portanto, é preciso ter boa visão
espiritual. Existem perigos camuflados por toda parte.
d- Pastor,
(Ef 4.11). Gr. “poimeem”. Significa
protetor, provedor, guia (em relação ao rebanho).
ð
O ministro chamado “pastor”, fala do cuidado com
o rebanho, não somente alimentando-o e guiando-o, mas principalmente,
defendendo-o e protegendo-o.
4) A importância e dignidade do ministério.
As mais
diversas designações a que as Escrituras atribuem ao ministro mostram a
dignidade e a importância do ministério.
a-
Anjo do Senhor, (Ml 2.7).
b-
Anjo da Igreja, (Ap 1.20; 2.10).
c-
Estrela (na destra do Senhor), Ap 1.16,20.
d-
Embaixador de Cristo, (II Co 5.20).
e-
Ministro de Cristo, (I Co 4.1).
f-
Despenseiro, (I Co 4.1).
g-
Defensor da fé, (Fp 1.7,16, 17; Jd 3).
h-
Cooperador de Deus, (I Co 3.9).
i-
Homem de Deus, (I Tm 6.11; II Tm 3.17).
j-
Servo,
(Rm 1.1; Fp 1.1; Tt 1.1; II Pe 1.1; Tg 1.1; Jd 1)
III.
Vida pessoal
do ministro.
É fundamental
ao bom ministro de Deus sua preocupação com a vida pessoal. Muitos têm
negligenciado nesta área e fracassaram. Paulo recomenda: “tem cuidado e ti mesmo e da doutrina...” (I Tm 4.16). O ministro
de Deus precisa ter sempre em mente quem é: O ministro é um homem chamado por Deus, (Jr
3.15).
·O ministro é um homem procurado por Deus, (Ez
22.26-31).
·O ministro é um homem a serviço de Deus, (At
20.28). E como tal, deve manter uma vida íntegra e acima de qualquer suspeita.
1) Seu relacionamento Com Deus.
a) Sua chamada.
O ministério não é um cargo e sim um dom a ser exercido. O cargo é temporário,
já o dom ministerial é concedido por Deus, é dado sem arrependimento e como
tal, é permanente.
Existem alguns
tipos de chamadas para o Ministério, segundo o Pr. José Apolônio.
ð A chamada humana: “Vem, estamos precisando de você, vamos te consagrar”,
etc. Nesta, Deus não tem nenhuma participação, (Jz 17.10). É muito perigosa.
ð
Chamada
própria: O candidato se apresenta e se oferece para o trabalho, a
exemplo de Ló. Abraão foi chamado por Deus, mas Ló, seu sobrinho, “foi com ele”
(Gn 12.4). São daqueles que o pastor se muda para outro campo de trabalho e
leva consigo seus amigos, parentes e auxiliares só para atrapalhar e criar
problemas com os obreiros locais. Aimaás é outro exemplo, (II Sm 18.19).
A diferença:
a Bíblia diz que Ló olhou para a campina regada, (Gn 13.10); Abraão olhou para
“os céus”, (Gn 15.5).
ð
Chamada
Divina: É da maior importância para o ministro de Deus saber quem o
chamou para o ministério. A chamada divina é inconfundível. Quando Deus chamou
a Paulo (At 9.15), falou com Ananias dizendo-lhe que tinha chamado a Paulo para
o ministério. Em At 22.17,22, Deus também falou com Paulo diretamente.
1. Geral. (At
1.8).
2. Específica.
3. A trindade e a
chamada ministerial.
·Deus, o Pai chama: (Is 43.10; Am 7.14,15; Jo
1.6; Jr 1.5-7).
·Deus, o Filho chama: (Jo 15.16; 20.21; I Tm
1.12).
·Deus, o Espírito Santo chama: (At 20.28; I Co
6.19,20).
ð
O que
o ministério não é:
1. O ministério não
é emprego, (Jz 17.7-13; 18.3,4). Jesus referiu-se aos profissionais, (Jo
10.13).
2. O ministério não é hereditário nem
transferível.
3. O ministério não é cargo apenas. É algo
mais é dom de Deus.
4.
O ministério é
uma vocação. Qualquer pessoa pode exercer sua profissão sem a menor
vocação, porem nenhum ministro exercerá o ministério sem o devido chamamento e
vocação do Senhor, sem causar muitos desastres.
5. O ministério é dado por Deus, de várias
formas:
Arão foi chamado à distância, ele nem mesmo
sabia, (Ex 4.14-16).
A chamada de Davi: Samuel o líder escolheu
Eliabe, (I Sm 16.6); Jessé, o pai, escolheu Aminadabe, (v.8); Deus, o dono da
obra escolheu a Davi, que nem presente estava, (v.7).
·Jonas foi chamado, independente de sua vontade,
(Jn 1.1-3; Am 7.14,15). Levi, (Mc 2.14). Paulo, At 26.16).
b) Sua vida devocional:
ð Oração:
Davi, (Sl 55.17); Daniel, (Dn 6.10); Jesus, (Mt 26.44).
ð Leitura
Sistemática das Escrituras: (Sl 119.97; 119.147)
Como prevenção, (Sl 119.11).
Consolo, (119.50).
Direção de Deus, (Sl 119.105).
Ordenar os passos, (119.133).
Para alcançar a tríplice bênção, (Ap 1.3).
Como prevenção, (Sl 119.11).
Consolo, (119.50).
Direção de Deus, (Sl 119.105).
Ordenar os passos, (119.133).
Para alcançar a tríplice bênção, (Ap 1.3).
c) Seu Preparo.
ð A
chamada divina não prepara o ministro.
ð Diante
da convicção da chamada divina, deve o homem de Deus, buscar de todas as
formas, o seu devido preparo.
ð Áreas
de preparação: Cultural, Bíblica, Teológica, etc.
d) Suas qualificações.
1.Honesto (ARC), ordeiro (ARA), (I Tm 3.2,3). Significa
que o ministro deve cumprir seus deveres e por em ordem sua vida interior.
Ordenando sua vida interior, o homem de Deus passa a ser exemplo:
Nos negócios, (I Ts 4.10-12; Cl 3.23
Na sociedade, (I Co 10.31-33; Cl 4.5,6; I Pe 2.12-15
Na igreja, (Fp 1.27; Rm 14.19; Fp 2.3,4).
Nos negócios, (I Ts 4.10-12; Cl 3.23
Na sociedade, (I Co 10.31-33; Cl 4.5,6; I Pe 2.12-15
Na igreja, (Fp 1.27; Rm 14.19; Fp 2.3,4).
2. Irrepreensível, (3.2); Paulo escolheu a Timóteo como
seu companheiro de viagem, porque “dele
davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icôneo”, (At 16.2).
3. Hospitaleiro, (3.2);
4. Apto para ensinar, (3.2);
5. Não dado ao vinho, (3.3);
6. Não espancador, não violento, (3.3; Tt 1.7).
7. Não avarento, (3.3). A avareza conduz o servo de Deus
ao fracasso ministerial. Hoje a Igreja tem sofrido graças à “mercenários”,
homens que fazem do Evangelho, verdadeira fonte de enriquecimento pessoal.
A avareza levou Acã apanhar o que era ilícito
mesmo sabendo das conseqüências, (Js 7.21), levou Balaão a dar conselhos em troca
dos prêmios de Balaque, (Nm 31.15,16; 22.5; 23.8; II Pe 2.15; Jd 11; Ap
2.14), levou Judas a trair o Salvador Jesus
por trinta moedas de prata, (Mt 26.14-16).
8. Não dominador, (III Jo 9-11). O ministro não é um ditador, nem dono da
igreja, e sim um servo.
9. Paciente, bondoso, perseverante, (3.3);
10. Pacífico,
(3.3);
11. Não
soberbo,
12. Não
irascível, (Tt 1.7). o que se ira com facilidade demonstra desequilíbrio e
insegurança.
13.Não
arrogante, (Tt 1.7). Mesmo sabendo que está errado não aceita obedecer. O
arrogante busca sempre seus próprios interesses e direitos. Não respeita os
direitos, sentimentos e interesses dos outros.
14. Amigo
do bem, (1.8);
15. Justo,
honesto e piedoso, (1.8);
16. Santo
limpo e moral, (1.8);
17. Temperante,
vigilante, (1.8); Moderado em seus apetites, quanto à bebida, comida e sexo, (I
Tm 3.2).
18. Que
retêm firme a palavra fiel, (1.9);
19. Atitude
exemplar familiar, (Tm 3.2-7);
20. Sóbrio,sensato,
cordato, prudente, (I Tm 3.2; I Pe 1.13; 4.7; 5.8; Tt 1.8);
Assinar:
Postagens (Atom)
